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Transporte de mercadorias

Lucros da Maersk crescem 52% no segundo trimestre do ano

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A Maersk registou um crescimento nos lucros de 52% durante o segundo trimestre de 2022, em comparação ao mesmo trimestre do ano passado. Em comunicado, a empresa destaca ainda que é o 15º trimestre consecutivo com melhorias.

No segundo trimestre, as receitas cresceram para 21,7 mil milhões de dólares, o EBITDA e o EBIT aumentaram para 10,3 mil milhões e 9 mil milhões, respetivamente. O resultado líquido deste trimestre foi de 8,6 mil milhões de dólares. No primeiro semestre do ano, o valor sobre para 15,4 mil milhões.

 

“O resultado foi impulsionado por fortes taxas de contratação no negócio marítimo, um rápido crescimento rentável na logística e um desempenho sólido contínuo nos terminais”, declarou o CEO da A.P. Moller – Maersk, Søren Skou.

“Os volumes no negócio marítimo foram mais suaves à medida que o congestionamento continuou e a guerra na Ucrânia pesou na confiança dos consumidores, particularmente na Europa. No entanto, na logística crescemos acima do mercado à medida que os nossos clientes de transporte marítimo continuam a comprar a nossa proposta de valor, resultando num crescimento orgânico da receita de 36%, registando o sexto trimestre consecutivo de crescimento orgânico superior a 30%”, explica o responsável.

 

No negócio marítimo, as receitas cresceram para 17,4 mil milhões de dólares, no segundo trimestre. As taxas mais elevadas de frete foram parcialmente compensadas por volumes mais baixos e por custos mais elevados de combustível, manuseamento e de rede. “Embora as taxas à primeira vista tenham diminuído desde o seu pico no início do ano, a empresa continuou a assinar contratos a taxas acima dos níveis do ano anterior, dada a forte procura e o contínuo congestionamento da cadeia de abastecimento global”, nota a Maersk.

No campo da logística o crescimento das receitas foi de 61%, alcançado os 3,5 mil milhões de dólares, e nos terminais a receita cresceu para 1,1 mil milhões. Neste último, o crescimento foi impulsionado pela forte procura de importações nos Estados Unidos e um crescimento acima do mercado na Ásia, bem como pelo aumento do rendimento no armazenamento, que foi parcialmente compensado por custos mais elevados.

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