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Supply Chain 4.0

Retalhistas apostam em modelo de entrega num dia específico em vez da rapidez de envio

Retalhistas apostam em modelo de entrega num dia específico em vez da rapidez de envio

Os retalhistas, nesta época festiva, estão a focar-se na entrega de encomendas aos clientes em datas específicas, mais do que na rapidez da entrega e em limitar os custos de atendimento e de last-mile.

O professor associado de logística na Fisher College of Business da Ohio State University, Terry Esper, referiu que”(…) os consumidores online estão agora mais dispostos a esperar por certas entregas, tendo-se acostumado a interrupções na supply chain no auge da pandemia de Covid-19”.

 

A Shopify ofereceu aos seus clientes a opção de mostrarem um selo nos seus sites e redes sociais ao lado de produtos com possibilidade de entrega em cinco dias ou menos. Harley Finkelstein, presidente da Shopify, revelou que a ideia é oferecer”(…) um prazo de entrega antecipado, seja de dois ou de três dias”.

A Amazon também investiu na entrega no dia seguinte bem como no mesmo dia tendo, em 2019, oferecido aos seus membros Prime a opção de escolha de uma data concreta de entrega.

 

A Shein espera alcançar 24 mil milhões de euros em vendas este ano, ao concentrar-se no front-end da sua supply chain, que inclui o fabrico e a remessa de roupa a partir da cidade chinesa de Guangzhou.

Para além disso, a retalhista chinesa de roupa online planeia ampliar os seus negócios na América do Norte com a abertura de três centros de distribuição nos Estados Unidos.

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